A 91.ª edição da Fête de L’Humanité recebeu 570 mil pessoas. A edição decorreu mais uma vez na base aérea 217, a sul de Paris, com a participação dos comunistas portugueses em França.
Armindo Miranda da Direção de Organização da Emigração do PCP referiu à nossa reportagem “estou presente solidário com os meus camaradas empenhados na Fête de L’Humanité. Aliás, trago em nome do Partido Comunista Português uma saudação aos emigrantes portugueses que habitam em França e noutros países. Isto com objetivo de assumir o compromisso com os emigrantes portugueses de lutar para construir em Portugal uma sociedade onde não seja necessário continuar a emigrar. E, ao mesmo tempo, onde aqueles que quiserem regressar tenham condições de continuar a viver na sua pátria”.

Situado na Rua Álvaro Cunhal da “Village du Monde”, o stand de Portugal cresceu de três para cinco metros. Isto com objetivo de permitir um melhor acolhimento dos visitantes. Assim como a realização de um debate sobre a vida e obra do antigo Secretário-Geral do PCP e a necessidade do comunismo no século XXI.
A LusoPress quis saber quais as principais dificuldades dos emigrantes portugueses no estrangeiro.
Para além da banca de artesanato e livros, estavam também disponíveis as iguarias portuguesas muito apreciadas. Entre as quais não faltaram, a bifana, os rissóis e o pastel de bacalhau. Finalizando a sobremesa com um pastel de nata.
A Fête de L’Humanité é um espaço de política e cultura com dezenas de exposições e debates, desporto, e mais de uma centena de espetáculos e concertos, com o ponto alto a ser preenchido no sábado à tarde pela música reggae dos UB40.



