06 Aug, 2020 Última Actualização 4:37 PM, 6 Aug, 2020

Bolinhol de Vizela é uma das 7 Maravilhas Doces de Portugal

 

A Lusopress deslocou-se ao concelho de Vizela para conhecer o seu doce típico, o Bolinhol de Vizela, que foi eleito uma das 7 Maravilhas dos Doces de Portugal. Esta distinção, para além de reafirmar a identidade de um povo que, cada vez mais, sente que valeu a pena lutar pelo concelho de Vizela, também homenageia todos aqueles que lutaram pela sua autonomia, permite a promoção de Vizela, consolidando, desta forma, uma estratégia de dinamização do concelho, assim como do comércio tradicional, em particular, dos que orgulhosamente vendem o bolinhol, mas, também, de todos os comerciantes do ramo da restauração, que passaram a ter mais um “trunfo” nas suas mesas.

Reabertura de fronteiras entre Portugal e Espanha assinalada de forma especial

 

Os chefes de Estado e de Governo de Portugal e de Espanha juntaram-se para assinalar a reabertura da fronteira, encerrada há três meses e meio, com cerimónias de alto nível em Badajoz e Elvas. As autoridades dos dois países ibéricos quiseram conferir especial simbolismo político a esta reabertura e organizaram cerimónias durante a manhã de 1 de Julho, nos dois lados da fronteira. As cerimónias tiveram início no Museu Arqueológico situado na Alcáçova de Badajoz, e terminaram no Castelo de Elvas, no distrito de Portalegre. Em cada um dos lados da fronteira, foram executados os hinos português e espanhol, perante o Presidente da República de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa, o rei de Espanha, Felipe VI, o primeiro-ministro português, António Costa, e o chefe do Governo espanhol, Pedro Sánchez.Devido à pandemia de covid-19, por decisão conjunta, a fronteira luso-espanhola esteve encerrada entre os dias 17 de março e 30 de junho, com pontos de passagem exclusivamente destinados ao transporte de mercadorias e a trabalhadores transfronteiriços. Foi um momento especial e importante, como referiu António Costa. Estão assim, novamente abertas, as fronteiras, com a esperança de que não se voltem a encerrar.

 

Mosteiro dos Jerónimos acolheu a cerimónia minimalista do Dia de Portugal

 

Devido à pandemia de Covid-19, o Presidente da República cancelou as comemorações do 10 de Junho que estavam previstas para a Madeira e África do Sul. Teve assim lugar uma cerimónia simples no Mosteiro dos Jerónimos com apenas seis convidados. Hasteou-se a bandeira portuguesa ao som do Hino Nacional, e seguiram-se os discursos nos claustros do Mosteiro. Num discurso centrado no surto de Covid-19, Marcelo Rebelo de Sousa lembrou que a pandemia atingiu tudo e todos, provocou centenas de desempregados e parou economias. Marcelo Rebelo de Sousa anunciou ainda que vai condecorar os profissionais de saúde que trataram o primeiro caso de Covid-19 em Portugal. O Presidente da República, no seu discurso, lembrou ainda as lições de há 100 anos. Marcelo defendeu que é tempo de Portugal acordar para a nova realidade resultante da pandemia de Covid-19 e fazer as mudanças que se impõem: com coragem, sem voltar às soluções do passado. O cardeal e poeta madeirense José Tolentino de Mendonça foi o escolhido por Marcelo par presidir às comemorações do Dia de Portugal. “O que é amar um país”, foi o tema do seu discurso, onde falou como mais um entre os dez milhões de portugueses. Foi uma cerimónia minimalista que marca o último 10 de Junho do primeiro mandato de Marcelo Rebelo de Sousa.

 

Produção de manjericos na Maia mantém viva a tradição da planta rainha dos Santos Populares

 

A Lusopress deslocou-se ao concelho da Maia para conhecer uma das maiores produções de manjericos do país. O seu responsável é Joaquim Araújo e, por esta altura do ano, não tem mãos a medir. Apaixonou-se e tornou-se o Rei dos Manjericos. Há mais de 20 anos que dedica grande parte da sua vida à produção desta planta. Fortemente ligada às festas dos santos populares, o Manjerico é responsável por alegrar e levar boa disposição às pessoas. Amor e paixão pela planta ajudam ao seu crescimento, mas ainda assim são necessárias outras condições. Em Pedrouços, na Maia, a produção faz-se em larga escala, mas mantém um cariz tradicional. São as mãos de familiares e amigos que tratam cada manjerico. Etiquetar os vasos, tirar os Manjericos da terra e fazer carregamentos, o trabalho, por esta altura, não termina. Da Maia para o resto do país e até além-fronteiras. Os manjericos de Joaquim Araújo não conhecem fronteiras e são mesmo um caso de sucesso. A paixão pelo manjerico estende-se ao entusiasmo pelas quadras que os acompanham. É Joaquim Araújo e a sua esposa que as escrevem, inovando de ano para ano. Conhecida como a “erva dos namorados”, é com produções como a de Joaquim Araújo que a tradição se mantém viva.

 

Bragança está de braços abertos para acolher os Portugueses de Valor em 2021

 

Depois de Paris, Tróia, Viana do Castelo, Açores, Leiria, Chaves, Figueira da Foz e Faro, Bragança foi a cidade escolhida para acolher a 10ª gala dos Portugueses de Valor. A iniciativa não se pôde realizar em 2020, mas fica a promessa de, no próximo ano, voltarmos a distinguir portugueses de todo o mundo, ainda com mais força e diversão. Bragança continua de braços abertos para acolher a 10ª edição do evento. O presidente da autarquia, Hernâni Dias, antevê aquilo que pode ser visto na cidade brigantina. Todo o turismo e economia local da cidade se ressentiram pela crise pandémica da Covid-19 e, por isso, agora como sempre, Bragança espera a força dos seus emigrantes para revitalizar a cidade.