18 Aug, 2019 Última Actualização 11:55 PM, 13 Aug, 2019

Portugueses de Valor 2018: Nomeado Tiago Martins

 

Nasceu em França, é luso-descendente e, devido à actividade profissional, divide os dias entre Franças e Portugal.

Actualmente é responsável comercial da Aigle Azur, companhia aérea francesa, e dirige uma agência de comunicação na área  audiovisual. O seu grande salto profissional deu-se quando o Air Luxor declarou falência. “Fui ter com pessoas do mercado francês, um argelino absolutamente desconhecido, e vendi-lhe um investimento de quatro milhões de euros em publicidade. Desafiei-o a diversificar o seu mercado para Portugal e acabámos por transportar 300 mil portugueses que, devido à falência da Air Luxor, iam ficar em terra com os bilhetes pagos”.

Actualmente, Tiago Martins representa 80% das vendas da Aigle Azur, ocupando-se de Portugal, Argélia, Marrocos e Tunísia, entre outros destinos.

Portugueses de Valor 2018: Nomeado Ramiro Alves

 

 

 

Ramiro Alves chegou a França no dia 22 de dezembro de 1970, tinha apenas 12 anos, mas lembra-se do dia exacto.Ainda andou anos na escola ,mas depressa começou a "fazer alguns trabalhos para ganhar uns trocos" Depois da escola ia fazer alguns trabalhos de limpeza, e não tinha vergonha de dizer.

Portugueses de Valor 2018: Nomeado Hugo Morgado

 

 

Hugo Morgado é mais um filho de pais emigrantes, já nascido e criado em França. Depois de ter terminado a faculdade com o diploma de Gestão de Empresas, trabalhou com a mãe nas agências de viagem da família.

Com experiência no mercado de trabalho e vontade de testar novas áreas, Hugo mudou de área e foi director bancário durante quatro anos. No final, decidiu regressar aos negócios de família e assumiu o comando de outra empresa acompanhado pelo irmão.

Hoje é mais um empresário português residente em França e gerente da Multipompage, uma empresa dedicada aos sistemas de bobagem em Béton.

Portugueses de Valor 2018: Nomeado Horácio Roda

 

 

 

Nasceu em 1952, no Souto do Meio, Caranguejeira, Leiria. É empresário no ramo da construção civil.

Em França desde 1969, pensa que o facto de ser português não tem influenciado a sua vida, que poderia ser melhor ou também pior se tivesse ficado em Portugal, porque tem muitos amigos que ficaram no país e hoje estão bem na vida, mas nem para todos é igual. Quanto ao reconhecimento pelo seu trabalho, acha que tem sido mais reconhecido em França do que em Portugal.

Ao longo dos anos tem participado na vida associativa, especialmente na Santa Casa da Misericórdia, ajudando os mais necessitados. Actualmente na sua empresa, depois de ter tido mais de uma dezena de empregados, apenas trabalham ele e um empregado.