A Lusopress viajou até Guimarães e foi conhecer a história da Guimágua e, por consequência, a história de António Mota. Começou a trabalhar bem jovem, sempre com espírito de total dedicação. Trabalhava na área da pichelaria, mas sentia que o seu futuro não seria por aí. Dando asas ao seu sonho, tornou-se empresário em 1991, criando a Guimágua.
São já 30 anos de atividade de uma empresa que vai aglomerando marcos importantes na sua existência. Foi cumprindo um percurso natural de evolução e inovação, respeitando o tempo e valorizando cada momento. Mas, afinal, o que faz a Guimágua? A Guimágua é uma empresa especializada na conceção, restauro, reabilitação e manutenção de piscinas.
É a sua experiência que permite abraçar qualquer projeto, independentemente da sua dimensão. Inovação é palavra que entra diariamente na Guimágua, e o seu lema é: "não vendemos piscinas, vendemos emoções". Mistura-se piscinas com emoções, mas sempre com o foco no cliente. E sejam grandes ou pequenas, aqui cada piscina merece a mesma atenção e o mesmo cuidado e, acima de tudo, o mesmo profissionalismo.
É olhando para o futuro que a Guimágua está a desenvolver uma série de novos projetos. Há ainda uma outra área de destaque no que ao futuro diz respeito: a investigação, desenvolvimento e inovação. Neste segmento, está a ser preparada uma nova fase da Guimágua. Falamos de uma estrutura própria, dedicada à investigação. Mais do que olhar para o passado, na Guimágua projeta-se o futuro e cria-se condições para o contínuo crescimento. Mais do que uma empresa, a Guimágua é hoje um grupo que aposta em crescer, inovar, bem-servir e cumprir.
O grupo Costa Expansion voltou a celebrar. Uma semana depois da Serenet assinalar os 40 anos de existência, desta vez foi a Saines Nettoyage a comemorar quatro décadas de sucessos. Trata-se de uma empresa que faz intervenções específicas de limpeza e desinfeção em escritórios, empresas, clínicas, fábricas e condomínios.
As portas dos salões Eça de Queirós, no Consulado-geral de Portugal em Paris abriram-se, uma vez mais, à cultura. Foi num final de tarde que foi ali foi apresentado o livro “Dona Zezinha – A vida singular de uma professora”, de autoria da escritora Altina Ribeiro.
O Hipódromo de Paris-Vincennes vestiu-se de verde e vermelho para assinalar a habitual jornada dedicada a Portugal no início do outono. Corridas com grandes prémios lusos, animações gratuitas, passeios de pónei, visitas guiadas aos estábulos, gastronomia e música encheram de festa aquele espaço mítico das corridas de cavalos em França.