20 Nov, 2018 Última Actualização 8:05 PM, 9 Nov, 2018

Portugueses de Valor 2018: Nomeado João Manuel Carvalho Medeiros

 

João Medeiros nasceu na ilha dos Açores, no fim da década de 50. Portugal não vivia na plenitude das suas capacidades e muitos portugueses decidiram carimbar o passaporte em direcção a outra realidade. A família de João não foge à regra e emigrou para o continente americano. “Em 1969 fui com os meus pais para os EUA”, diz. Ao chegar a um país novo, uma realidade e cultura diferente, João atravessa a sua primeira grande dificuldade. “Com 10 anos fui para a escola e depois das aulas ia ajudar os meus pais. Viemos à procura de uma vida melhor, não falávamos a língua. Foi muito custoso”, confessa. Quando questionado pelo motivo da ter saído de Portugal, o português responde de forma peremptória. “Havia trabalho, mas não havia dinheiro”, relembra.

Portugueses de Valor 2018: Nomeada Salomé Dias

 

Salomé Dias tem um percurso peculiar e de sucesso também. Pode-se orgulhar de ser a primeira portuguesa a trabalhar no Palácio de Buckingham, num posto de gestão. Com formação em Neurologia, rapidamente em Portugal começou a exercer a sua profissão e numa instituição conceituada: a Clipóvoa. O destino da vida levou-a até Londres. Já passaram mais de 20 anos e Salomé Dias fez com que a língua portuguesa se espalhasse no Palácio de Buckingham.

Portugueses de Valor 2018: Nomeado Carlos Baptista

 

Não nasceu em Portugal, mas sente a terra de Camões como ninguém. Para além disso, leva bem longe o nome e os sabores de Portugal. Carlos Baptista nasceu em Paris em 1976, e nesta cidade cresceu, estudou e continua a viver até aos dias de hoje, apesar de ter também casa em Portugal. Criou a marca Queijaria Nacional para mostrar em França e em todo o mundo a excelente gastronomia portuguesa.

Portugueses de Valor 2018: Nomeado José Roussado

 

José Roussado nasceu em Sintra, em 1954, e assume ter tido uma juventude feliz. Passando pelo teatro e pelo desporto, José Roussado teve a oportunidade de ser treinado pelo Professor Moniz Pereira e por Eduardo Cunha enquanto atleta do Sporting. Aos 19 anos, quase por acaso, e sem intenção de emigrar, chegou a França, onde se mantém até aos dias de hoje. A sua ligação à comunidade portuguesa sempre foi muito forte, tendo sido eleito em 1984, pela primeira vez, Conselheiro das Comunidades Portuguesas. Em 1985 fundou, juntamente com Jaime Alves, a ARCOP de Nanterre.