18 Sep, 2018 Última Actualização 10:15 PM, 17 Sep, 2018

Portugueses de Valor 2018: Nomeado David Fernandes

 

 

David Fernandes, jovem lusodescendente, quis seguir o mesmo percurso profissional do pai. Há cerca de três anos e meio comprou-lhe a empresa com 74 trabalhadores , na área da construção e renovação de habitações sociais , que hoje faz cerca de 20 milhões de euros de volume de negócios.Apesar de ter nascido em França, herdou a cultura e as raízes dos seus pais , por isso sente-se português e francês.

Portugueses de Valor 2018: Nomeado Rui Gameiro

 

 

Rui Gameiro nasceu em Lisboa no ano de 1956. Os seus pais são de Santiago de Litém, uma freguesia do concelho de Pombal. É deste local que detém as maiores recordações da sua infância. Com 14 anos foi para Lisboa, onde trabalhava de dia e estudava durante a noite. Permaneceu na capital portuguesa até o pai o vir buscar para Paris, juntamente com o seu irmão. Em território francês trabalhou em grandes casas de comércio até decidir, em 1981, criar a sua própria empresa. Tinha 25 anos, e tornou-se empresário, juntamente com um sócio, no setor do comércio e restauração. Durante toda a sua vida trabalhou 34 anos por conta própria, estando neste momento aposentado. Continua a gostar imenso do seu país, onde aqui passa grandes temporadas durante o ano.

Portugueses de Valor 2018: Nomeado Fernando Amorim

 

 

Fernando Amorim nasceu em Guimarães, a 15 de Junho, corria o ano de 1975. A sua infância foi marcada pelas amizades genuínas e, por isso, recorda o passado com uma certa nostalgia. Adquirindo o traço conquistador da cidade que o viu nascer, Fernando é hoje um profissional que pauta o seu percurso pela liderança e disciplina.

Formado em gestão, especialista em gestão de risco, o vimaranense é gestor numa empresa onde maioritariamente existem mulheres a trabalhar. Fernando Amorim é um dos nomeados dos Portugueses de Valor 2018.

Portugueses de Valor 2018: Nomeado André Filipe Sousa

 

 

André Filipe Sousa nasceu em 1984 na freguesia de Calvelo, Ponte de Lima. Frequentou a escola até aos 14 anos, idade em que começou a trabalhar no setor da construção civil. Um ano depois mudou para uma empresa especializada em pladur, tendo ganho experiência e know-how até emigrar para Paris. Aconteceu aos 21 anos, onde continuou a trabalhar no mesmo setor de atividade. Procurou sempre fazer o melhor, e a sua perseverança levaram-no a iniciar um projeto próprio. Começou sozinho e, passo a passo, fez crescer a estrutura da empresa para os 46 colaboradores que tem atualmente, divididos por duas sociedades. Não se arrepende da decisão que tomou, pois considera que “se formos com vontade de construir qualquer coisa, somos capazes”. Portugal continua a ser o “canto”, e a ajuda a associações, instituições ou eventos sociais está sempre presente.

Portugueses de Valor 2018: Nomeado José Gonçalves.

 

 

Em Portugal foi resineiro e desenvolveu actividade na área da agricultura. Em 1970 veio para França a salto, tendo ido trabalhar para a construção civil durante dois anos. A pé e de comboio, mais para fugir ao serviço militar, pois estávamos na época do Ultramar e José temia ter de ir para a guerra. Foi então que ingressou num outra área de actividade: as gruas. Trabalhou para outrem até 1990, quando decidiu lançar-se por conta própria. Ao início, fazia apenas montagem de gruas mas depois começou a comprá-las e alugá-las.
Neste momento, a AMP, empresa que dirige, tem cerca de 200 gruas que aluga e monta na região parisiense.