15 Aug, 2018 Última Actualização 5:31 PM, 14 Aug, 2018

Portugueses de Valor 2018: Nomeado José Frazão

 

 José Frazão é natural de Leiria.O pai era comissário de vinhos, " teve sempre uma vida modesta", mais transmitiu-lhe o jeito para o negócio. Aos 21 anos, quando terminou a tropa, ofereceu-lhe um pomar para construir uma fábrica e ,assim nasceu a Frazarte. Em 1980, José fundou na Batalha a fábrica de cerâmica decorativa. Á custa de muito trabalho e criatividade, consolidou uma boa posição no mercado português e levou "Portugal mais longe" através do mercado internacional.

Portugueses de Valor 2018: Nomeado Joaquim Barros

 

 

Quando Joaquim Barros nasceu em Viana do Castelo ouviu provavelmente aquele tilintar dos canteiros a bater na pedra, como um chamamento anunciado por sinos de cristal. Reza a história que os primeiros mestres vieram das regiões do Minho e do Douro precisamente, daquele norte de Portugal de séculos atrás. Traziam a arte da cantaria - a talha em pedra, a matéria dura e seca transformada em beleza e dando testemunho de vida. Em 1995, seis anos depois de ter chegado a França, criou a primeira empresa. O início dos anos 90 foi uma época negra para o sector da construção, mas Joaquim não baixou os braços e lançou-se por sua conta. A primeira obra da Batipose foi a Maison des Avocats, em Paris.

Portugueses de Valor 2018: Nomeado Manuel Jorge Francisco

 

 

O pai de Manuel Francisco já era emigrante. Quando regressou de França, decidiu criar uma cerâmica em Portugal,mas "não teve sucesso porque naquela altura não havia dinheiro para construir no país" Em 1950 decidiu novamente emigrar e viajou até Angola para trabalhar na construção civil. O filho , Manuel Francisco , acabaria por se juntar mais tarde, quando fez 16 anos. Natural de São Simão de Litém , aquela seria a primeira de muitas viagens que faria entre Leiria e Luanda.

Portugueses de Valor 2018: Nomeado André Coroa

 

 

André Coroa nasceu a 23 de Outubro de 1984, na Trofa. Com apenas 18 anos começou a trabalhar na Continental, empresa de fabrico de pneus, durante nove meses. Depressa concluiu que esta atividade não o preenchia nem o realizava profissionalmente. Durante os seis anos seguintes trabalhou como comercial, tendo aprendido muito e ganho experiência. O ano 2010 muda a sua vida. Surgiu uma oportunidade, para França, de um pedido de trabalhadores. André Coroa consultou algumas empresas de trabalho temporário, que não lhe deram qualquer resposta. Decidiu então fazê-lo por iniciativa própria, começando aí o desafio de empresário, ligado ao recursos humanos. O passar dos anos ditou que o grupo ganhasse outra dimensão, com novas áreas de atividade.